Recife/PE • atuação em fases • foco inicial em mulheres egressas

Acolhimento, projeto de vida e caminhos práticos de autonomia para quem enfrenta a reintegração em liberdade.

A GESS nasce para fortalecer trajetórias de autonomia com acolhimento humanizado, articulação em rede, emprego e renda, bem-estar e acompanhamento realista de transição.

Redução de Danos
Indicadores mensais
Governança mínima
Articulação com a rede
Modelo institucional Impacto local mensurável

Uma ponte prática entre entrada, vínculo, plano, continuidade e autonomia.

A proposta integra acolhimento, oficinas, plano de curto prazo, encaminhamentos e acompanhamento com indicadores simples e prestação de contas.

0 Eixos de atuação
0 Módulos financiáveis
0 Diretores na estrutura inicial
0 Pessoas entre contratados e voluntários
Acolhimento humanizado Autonomia com dignidade Prestação de contas Complementaridade com a rede

Uma organização criada para atuar onde a transição mais precisa de continuidade.

A GESS - Grupo de Empreendedorismo Social está em constituição em Recife/PE para atuar com acolhimento humanizado, plano de projeto de vida e trilha prática de autonomia para pessoas egressas do sistema prisional e/ou em privação de liberdade.

A atuação começa com foco prioritário em mulheres egressas, sem exclusividade rígida, e se amplia por fases conforme capacidade operacional, parcerias e estrutura.

Para quem a GESS existe

Pessoas que enfrentam barreiras concretas para reconstruir a vida em liberdade, especialmente em trajetórias marcadas por estigma, fragilidade de rede e dificuldade de inserção produtiva.

O que diferencia o modelo

A combinação entre entrada qualificada, plano de transição, continuidade no território, autonomia e renda, sempre com articulação ativa com a rede já existente.

Como a confiança é construída

Com governança mínima, indicadores mensais, relatórios sintéticos, devolutivas para apoiadores e responsabilidade operacional clara.

Reintegrar não é apenas sair. É conseguir permanecer, reconstruir e projetar futuro.

Em Recife e Pernambuco, muitas pessoas egressas enfrentam barreiras acumuladas: documentação, estigma, restrições de acesso ao trabalho, redes fragilizadas, necessidades de saúde e cuidado psicossocial, além de desafios de inserção produtiva.

Estigma e exclusão

O retorno ao território costuma ser atravessado por rejeição, desconfiança e poucas oportunidades concretas.

Fragilidade de rede

Muitas trajetórias acontecem sem suporte consistente, com vínculos interrompidos ou insuficientes.

Trabalho e renda

A dificuldade de acesso a ocupação formal ou informal compromete autonomia e continuidade do cuidado.

Transição incompleta

Existem iniciativas importantes, mas ainda há lacunas entre entrada, acompanhamento e autonomia sustentável.

Um modelo pragmático, articulado e escalável.

A GESS opera a ponte prática entre acolhimento, plano de transição, continuidade no território e construção de autonomia com indicadores simples.

01

Entrada e vínculo

Acolhimento, escuta, triagem e construção de vínculo inicial.

02

Plano de curto prazo

Projeto de vida com metas, obstáculos, rede de apoio e próximos passos.

03

Encaminhamentos e acompanhamento

Conexão com rede, oficinas, oportunidades e monitoramento mensal.

04

Autonomia e continuidade

Avanços em renda, proteção, organização da vida prática e permanência no território.

Dois eixos integrados para acolher, ativar e sustentar continuidade.

A estrutura combina sede e território comunitário com um piloto escalável em territórios institucionais.

01

Sede e território comunitário

  • Oficinas semanais como porta de entrada e ativação
  • Emprego e renda pela manhã
  • Bem-estar à tarde
  • Capacidade inicial de 10 pessoas por turno
  • Acolhimento, projeto de vida e trilha de autonomia
02

Territórios institucionais

  • Pilotagem com pactuação formal
  • Rodas de conversa e triagem social
  • Plano de transição de 30 dias
  • Continuidade do cuidado no retorno ao território
  • Vinculação com a sede e com a rede parceira
Fase 1

Primeiros 3–6 meses

Foco prioritário em mulheres egressas, consolidação do funil e oficinas fixas na sede.

Fase 2

6–12 meses

Ampliação gradual de vagas, turnos e públicos conforme capacidade e sustentabilidade operacional.

Redução de Danos como prática realista de cuidado, proteção e autonomia.

A GESS adota a Redução de Danos como metodologia de vida e de cuidado: agir de forma realista no contexto de cada pessoa, reduzindo riscos e ampliando proteção, dignidade e autonomia.

Isso significa trabalhar com o que é possível construir no presente, com respeito à singularidade, sem moralismo e sem simplificações.

Realismo

Intervenções possíveis, concretas e adaptadas à vida real.

Proteção

Redução de riscos e fortalecimento de condições de cuidado.

Dignidade

Linguagem respeitosa e centralidade da pessoa atendida.

Autonomia

Construção gradual de capacidade prática e projeto de futuro.

Confiança institucional se constrói com clareza operacional e evidência simples.

Indicadores mensais

  • Oficinas realizadas, presença média e taxa de conclusão
  • Pessoas com plano de projeto de vida ativo
  • Encaminhamentos efetivados
  • Avanços em renda e ocupação
  • Planos de transição e vinculação à sede

Prestação de contas

  • Relatório mensal sintético
  • Prestação de contas do recurso
  • Devolutiva trimestral para parceiros e apoiadores

Responsabilidades centrais

  • Coordenação de Caso / Acolhimento
  • Administração, Operação e Dados
  • Coordenação de Oficinas e Voluntariado

Há diferentes maneiras de fortalecer a GESS.

A proposta foi desenhada para dialogar com doadores, empresas, parceiros institucionais, editais e voluntariado qualificado.

Apoio financeiro

Doação recorrente, patrocínio por módulo, cofinanciamento, editais e fundos.

Bens e serviços

Materiais, alimentação, transporte, equipamentos e serviços profissionais.

Voluntariado qualificado

Mentorias, oficinas técnicas, apoio em gestão, indicadores, comunicação e captação.

Parcerias institucionais

Pactuação de fluxo, espaços para atuação, matriciamento e educação permanente.

Orçamento anual estimado: R$ 300.000/ano

Estruturado também em módulos financiáveis para facilitar apoio, patrocínio e cofinanciamento.

Conversar sobre apoio

Dúvidas comuns de parceiros e apoiadores

A GESS concorre com outras iniciativas?

Não. A proposta é complementar e fortalecer o ecossistema, atuando especialmente na ponte entre entrada, transição, continuidade e autonomia.

Quem é o público prioritário inicial?

Mulheres egressas, sem exclusividade rígida, com ampliação por fases conforme capacidade.

Como a organização demonstra resultados?

Por meio de indicadores mensais, relatórios sintéticos, devolutivas trimestrais e estrutura mínima de governança.

Empresas e instituições podem apoiar como?

Com patrocínio por módulo, doações, cessão de serviços, apoio técnico, espaços de atuação e parcerias formais de fluxo.

Vamos construir essa rede com mais continuidade, dignidade e capacidade de futuro.

Se você representa uma empresa, instituição, edital, serviço público, universidade ou deseja apoiar a GESS, este é o momento de iniciar a conversa.